sábado, 9 de maio de 2009

Não sei se estou ficando velha [mentalmente], se to ficando chata ou se apenas estou ficando menos porra-louca. Mas o fato é que não gosto mais de dormir na casa dos outros, não agüento mais beber até às 6h da manhã e não tenho mais paciência pra gente que fica pagando de gatinha.

Antes eu ficava um final de semana inteiro ou mais na casa de amigas, hoje, quando dá uma certa hora já estou desejando minha cama mais que tudo na vida. Antes eu emendava uma balada na outra sem a menor preocupação e com toda animação do mundo, hoje se começo a beber 7h da noite, quando chega 2h da manhã estou morta e querendo dormir.

Há um tempo atrás, se tivesse qualquer coisa pra fazer num sábado à noite eu iria, jamais ficaria por livre e espontânea vontade jogada na cama escrevendo pro blog e hoje é isso que estou fazendo, porque quis. Não me deu vontade de sair.

Nem meu corpo está agüentando mais como era antes, hoje fico com mais fome, com mais dor de estomago, com mais ressaca, azia e tudo de ruim que vem depois de uma noite de bebedeira.

E o principal, não tenho mais um pingo de paciência com gente que fica cheio de máscaras, que vive num caos e quer parecer pras pessoas que vive num mundinho perfeito. Que não muda de roupa pra pagar de drogado quando lhe convém e de Sandy pra quem é interessante.

Sei lá, hoje nem eu me agüento.

Esse post tá mais com cara do Me Deixa!

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Fiz um teste pra saber que livro eu sou e deu o seguinte:

"No país da piada pronta", de José Simão

A tragédia do cotidiano te faz rir para não chorar. E por que rir sozinho, não é mesmo? Você logo convida quem estiver por perto a rir com você. E consegue! Divertido e inteligente, você garante que a maioria de suas piadas é, sim, de bom gosto. E que não concordem os mal amados de plantão! Não que você seja alienado ou não perceba o sofrimento dos outros, muito pelo contrário. Mas, muitas vezes, o melhor remédio é mesmo dar uma boa gargalhada.
O colunista-humorista José Simão, do jornal Folha de S.Paulo, reúne em "No país da piada pronta" (2007) verbetes de dicionários criados por ele, como o do tucanês e do lulês.